Archive for July, 2011

strawberry fields forever

25/07/2011

ainda não conheço essa nova casa. não sei qual a cor da parede, não sei se tem cama, mesa, garfo ou faca.  mas sei que tem risada, carinho e amor. sei que um tem sempre o outro em mente. um tem sempre o outro e ponto. e isso basta.   então, sentados ambos, de frente pra lua, havendo lua, ou de frente pra chuva, havendo chuva, farão diversos brindes  com as taças, contenham elas vinho, cerveja, agua ou café. e é isso. uma relação entre duas pessoas que, sem se preocuparem em ser modernas ou eternas, fizeram um do outro o seu lugar. um encontrou o outro e ofereceu a benção da intimidade e do silêncio compartilhado e assim interromperam as buscas, pois quando estavam juntos,  eles se sentiam em casa. mesmo sem ter casa. mas agora tem. e as luzes do jardim estarão sempre acesas. pra indicar o caminho pros amigos chegarem.

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bring me the horizon

20/07/2011

peace.

right before you fly

15/07/2011

e aí você entrou na minha vida como um presente. literalmente. de repente, sem eu perceber. chegou com um laço vermelho no pescoço, que vc nem conseguia carregar. me fez ficar acordada a noite inteira e daí já dava pra ter uma idéia de como seria nossa relação. e aí você foi ficando. de mansinho…pensando bem, de mansinho nada, porque haja paciência para as noites de treinamento, o tombos espetaculares que você me dava e as madrugadas de passeio para fazer xixi. mas haja amor também. para os carinhos silenciosos, a atenção incondicional, o cuidado diário, os olhares apaixonados, o rosto no colo, com aquela delicadeza que só você tinha, quando eu estava triste. e o rabinho abanando todo descordenado, então? e aí, você passou a fazer parte dos meus dias, da minha vida. e aí eu me vi apaixonada por um cachorro, que vivia comigo e roubava todo o meu amor de todas os outros cachorros. e aí, eu lembro dos 100.000 momentos mágicos que você me trouxe nestes 14 anos. e aí, eu pergunto o que vai ser de mim sem você?
e mesmo que você não possa ler estas palavras decido que vou escrevê-las mesmo assim porque, afinal de contas, eu te amo. pra sempre.
hoje você abria os olhos com esforço, como se quisesse aproximar-se de si mesmo e de mim. pra dizer um: tá tudo bem, deixa eu ir. como se fosse humano. e você sempre foi…
e aí que hoje deus falou: peço a gentileza de devolver ao céu a minha estrela. e vc quis pousar no céu. e, como um grande lutador, foi. e desta vez foi o céu que ganhou um presente e ficou mais brilhante.
e diante de tua ausência, negão, um brinde. aos momentos maravilhosos que encheram minha vida de histórias incríveis. e a gente já se vê.

e oi? ah! tá bom, pode deixar! a gente cuida do pug.

07/07/2011

sempre que se começa a ter amor a alguém, no ramerrão, o amor pega e cresce é porque, de certo jeito, a gente quer que isso seja, e vai, na ideia, querendo e ajudando, mas quando é destino dado, maior que o miúdo, a gente ama inteiriço fatal, carecendo de querer, e é um só facear com as surpresas. amor desse, cresce primeiro; brota é depois.

– Guimarães Rosa

tighten up

07/07/2011