body and soul

hoje faz um ano. ah tá, então era esse o aperto no meu peito? achei que era a bronquite voltando. não. é a lembrança que veio pousar de leve na minha cabeça. faz um ano que todas as minhas verdades cairam. que eu senti uma dor real, quase palpável. um ano que eu tomei um novo rumo. um ano de descobertas. um ano de redescobertas, por que não dizer.
é… demora um tempo para limpar o corpo de si mesma. deixar-se esvaziar para encontrar-se consigo. mas hoje eu sei que tudo o que eu fiz e tudo aquilo que eu poderia ter feito, não importa mais. ponto final. não adianta, somos imperfeitos e cometemos erros. e tememos. tememos aquilo que não conhecemos, aquilo que não entendemos. mas existem sentimentos que nos mostram que somos seres humanos. dentro de um olhar, da nossa respiração (ou falta dela), naquele sorriso, nas mãos entrelaçadas de um jeito único, a partir de um gesto inesperado, de uma conversa franca ou do silêncio apenas, é possível perceber o que somos.
então hoje, um ano depois, prefiro olhar para o ano que está por vir. olhar o meu coração. cheio, quase explodindo de felicidade. e, ao contrário do que poderia acontecer, acredito mais e espero por algo melhor. sempre. e não há nome para definir. está lá, apenas, acontece. é mais que sentir. é viver. sem esquecer de estar sempre presente. senão, não teria a menor graça.

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